quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Não tenho lógica,
não penso,
não racionalizo,
apenas sinto...
Assim sou eu!!!
(Renata Mangeon)

Vício...


Quero, beijar-te em
pequenas doses,
em curto espaço de tempo
e assim sorver-te mais em mim...
Quero roubar-te a paz,
Não te deixar sossegar... jamais...
Quero plantar meu desejo em ti,
viciar-te até não poderes mais,
...viver sem mim...
(Andréa Fênix)

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Essa cigana...

Ah!... Essa cigana festeira e alegre
Que caminha pelas ruas buscando
Em cada rosto um irmão, um amigo...
Mora comigo,
Faz do meu pranto comédia
E sorri da minha dor
Dança, canta, esquecida do amanhã,
Porque sabe que o hoje é vida,
E todas as misérias da vida,
precisam ser esquecidas...
Irreverente e dócil...
Ama e se entrega enfurecida ao amor!
Um que de místico mora em seus olhos,
Um que de sombrio acompanha seus passos...
Tantas vezes morreu e tantas voltou...
Insiste em ser feliz, viver!
Traz um cigano sonhado no peito
Louco... fanático de amor...
A noite percorre todos os recantos dos sonhos,
Traz uma fogueira acesa, enormes labaredas
De fogo em todo seu ser...
Quem entende essa mulher, que vive
Lembrando sua infância, sendo na alma
Uma criança?
...Trazendo na retina uma
Lágrima brilhante de quem vai chorar ...
E de um salto se põe a dançar
Feliz como uma mariposa
Na luz da fogueira... rosto
incandescente, apaixonado,
Louca de amor por tudo que a cerca,
Triste e alegre, mistura tudo velozmente!
Quero entendê-la, não encontro respostas...
Acho que nunca alguém a entendeu...
Ela mora em minha alma...
Essa cigana sou eu!
Marilena Trujillo

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009


”Sabe, para mim a vida é um punhado de lantejoulas e
purpurina que o vento sopra. Daqui a pouco tudo vai ser
passado mesmo - deixa o vento soprar, let it be,
fique pelo menos com o gostinho de ter brilhado um pouco... "
Caio F. Abreu
Meu motor-carne de propulsão de sangue
[e que faz de minha vida um mangue]
Já nasceu descompassado, doido, baqueado
mas ainda assim,
é um desconcerto quieto
bate incerto
mas bate calado

P.Lemiski

Viagem...


Carregada nos braços da noite,

Visto-me com o perfume das flores,

E viajo distâncias...

Esse querer em outras quimeras,

Despertando adormecidos sentimentos,

Me fascina...

São quilômetros de sonhos,

Num transitar de emoções infindas,

E coloridas ilusões...

Tua ausência é tão presente,

Que te faz presença constante...

Vôo nas asas do vento,

Perco-me em estrelas guias,

E te encontro......na lua!

Amanheço na tua boca

Com o gosto do sereno...



Milene Sarquissiano

terça-feira, 1 de dezembro de 2009